Sobre o que eu falo
Falo sobre o que se perde quando tudo fica fácil demais. Minha visão parte da premissa de que o atalho não economiza tempo, ele rouba aprendizado. A partir disso, exploro como o atrito é, na verdade, o mecanismo pelo qual nos tornamos mais capazes e mais humanos. Enxergo isso na forma como criamos nossos filhos, nas escolhas de consumo que fazemos e na relação que construímos com a tecnologia. Para empresas, essa perspectiva se traduz em times que não travam diante de problemas complexos, líderes que sabem tomar decisões sob pressão e uma cultura organizacional que não depende de motivação artificial para funcionar.

Para quem é a palestra?
Lideranças
Liderar ficou confuso porque o mundo virou uma máquina de eliminar desconforto. E as equipes percebem quando o líder também fugiu dessa escola. Falo para quem precisa tomar decisões difíceis sem manual, sustentar direção quando o caminho não está claro e construir times que crescem com o problema em vez de travar diante dele.
Colaboradores
A pressão por produtividade constante criou profissionais que sabem executar, mas perderam a capacidade de aprender com o erro. Falo para quem quer recuperar a confiança de enfrentar o que é difícil, entender que a curva de aprendizado não é um obstáculo (é o trabalho em si) e sair da armadilha de só se sentir competente quando tudo corre bem.
Setor Público
Política pública que funciona é a que resiste à tentação da solução fácil. Falo para gestores e servidores que lidam diariamente com a complexidade do real, onde os problemas não têm uma versão simplificada, e que precisam de uma visão que justifique o esforço de fazer o que é certo quando o caminho mais curto está sempre disponível.
Inovadores
Inovação virou sinônimo de velocidade, e velocidade virou sinônimo de atalho. O problema é que as ideias que mudam alguma coisa de verdade nascem de quem teve paciência para entender o problema fundo, não de quem chegou primeiro com uma solução rasa. Falo para quem quer construir algo que dure, e entende que isso exige atravessar o atrito, não contorná-lo.

Arthur Gubert
Passei duas décadas na comunicação. Rádio, televisão, podcasts. Nesse tempo aprendi que a maioria das ideias importantes não é difícil de entender. Ela só foi mal contada. Comecei como apresentador, fui construindo repertório, e hoje levo para o palco o mesmo princípio que guiou cada microfone que segurei: profundidade não precisa ser chata, e humor não precisa ser raso.
Hoje apresento o Refil, um dos maiores podcasts diários de notícias do Brasil, escrevo, dou aulas e consulto empresas que querem se comunicar melhor num mundo que produz informação demais e entendimento de menos. Essa trajetória me deu algo que nenhum curso oferece: o hábito de traduzir o complexo sem simplificar o que não pode ser simplificado.
Minhas palestras partem de uma visão que vai contra a corrente. A de que o atalho tem um custo, e que as coisas que realmente formam pessoas, times e culturas exigem atrito. Não falo isso como teoria. Falo como alguém que passou anos no ar ao vivo, onde não existe edição, não existe segunda chance, e o erro aparece para todo mundo em tempo real.
Palestras recentes

South Summit
Palestra na trilha de educação e empreendedorismo do festival.
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Amcham Go To Market
Palestra de encerramento para executivos e lideranças de marketing e vendas com o objetivo de discutir como transformar estratégia em execução e resultado comercial.
Amcham

Evento educativo para promover a reflexão, a partilha de boas práticas e o debate em torno dos desafios atuais da educação, com especial enfoque no impacto da tecnologia no ensino, na aprendizagem e no futuro das novas gerações.
Agrupamento de Escolas de Ovar
(Portugal)
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Gramado Summit, South Summit, TOTVS, PUCRS, CAIXA, SEBRAE, Fruki, Grupo RBS, LIESS, Expoinovação, Sicredi, Festival Fronteiras, Empreende SC, Polícia Militar SC, Grupo ALP, XFarm, Oktober Summit, EGEJ, EreTech Summit...

